terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Cobra estão criando " Patas"

Chinesa leva susto ao encontrar cobra com uma perna dentro de seu quarto

Bicho estranho foi levado para cientistas em universidade chinesa. Animal tem ‘braço’ completo, com quatro dedos.
Uma habitante da cidade chinesa de Suining levou o susto de sua vida ao encontrar uma cobra na parede de seu quarto. Detalhe: a cobra era dotada de uma perna.
Duan Qiongxiu, 66 anos, entregou o animal para cientistas, que se surpreenderam com o fato do animal ter aparentemente desenvolvido uma pata completa, com quatro dedos.
“Eu acordei e ouvi um barulho estranho. Quando acendi a luz, vi o bicho rastejando na parede”, conta Duan. Ela pegou um sapato e matou o animal, mas guardou o corpo em um pote com álcool.
A cobra bizarra será estudada pelo departamento de ciências biológicas da Universidade de Nanchong.
Cobra Com Patas Encontrado Na China


"A volta" a prova da reencarnação.

Na Segunda Grande Guerra, em missão ao longo do Pacífico, um piloto da Marinha americana foi abatido pela artilharia japonesa. Seu nome poderia ter sido esquecido e sua memória não passaria de uma cruz a mais no "Memorial dos Heróis de Guerra", em Washington, de não fosse pelas desconcertantes memórias de um menino chamado James Leininger. Filho único, James, à época com apenas 2 anos, começou a ter pesadelos quase todas as noites e acordar seus pais aos berros, debatendo-se em agonia, gritando frases como: "O avião está em chamas!" A partir de então, o pequeno James passou a transmitir informações detalhadas não apenas em seus pesadelos mas também desperto, enquanto brincava e desenhava, no dia-a-dia da família. Mostrava um conhecimento sobre aviões que jamais lhe havia sido transmitido, passou a revelar nomes e sobrenomes, dados geográficos e até mesmo o que (descobriram mais tarde) seria a designação de um porta-aviões da 2ª Guerra Mundial. Como James poderia deter tantas informações se ainda não estava em idade escolar? Seriam lembranças de situações vividas pelo menino que seus pais desconheciam? Seriam memórias de uma vida passada? Seria mesmo a reencarnação uma hipótese a ser considerada?

Muito poucas pessoas -- incluindo aqueles que conheceram piloto -- acreditam que James é o soldado reencarnado. Seus pais, Andrea e Bruce, naturalmente céticos, provavelmente eram as pessoas menos susceptíveis a acreditar em tal história. Mas ao longo do tempo, foram convencidos pelas evidencias de que seu filho teve uma vida anterior. Segundo eles, James precocemente demonstrou interesse por aviões (nada surpreendente para um menino americano). Mas quando completou dois anos, passou a ter pesadelos regulares e acordar gritando, pedindo socorro. Andrea diz que a mãe dela foi a primeiro a sugerir que James estava lembrando uma vida passada.



Certa vez, Andrea comprou-lhe um avião de brinquedo e mostrou ao filho o que parecia ser uma bomba na sua parte inferior. Ela diz que James a corrigiu, revelando o nome técnico do equipamento. Foi justamente quando os pesadelos pioraram, ocorrendo de três a quatro vezes por semana e Andrea decidiu estudar o trabalho da consultora e terapeuta Carol Bowman (autora de "O Amor me trouxe de volta"), que acredita que os mortos, não raro, renascem. Com a orientação de Bowman, eles começaram a incentivar James para compartilhar suas memórias e imediatamente os pesadelos começaram a tornar-se menos frequentes. James também começou a falar mais facilmente sobre seu passado, o que, segundo a autora, é comum em crianças até os cinco anos de idade. "Eles não tiveram o condicionamento cultural ou experiência suficiente nesta vida", disse ela.

Ao longo do tempo, o menino revelou detalhes sobre a extraordinária vida de um ex-combatente -- principalmente na hora de dormir, quando ele estava sonolento. Dizem que o James disse que o avião tinha sido atingido por japoneses e caiu. Contou também detalhes sobre missões, equipamentos utilizados por um avião tipo Corsair, sobre o porta-aviões do qual arrancou a partir ("Natoma") e o nome de alguém que voou com ele ("Jack Larson"). Após alguma investigação, Bruce descobriu que "Natoma" e Jack Larson eram reais. O "Natoma Baía" foi um pequeno porta-aviões, utilizado no Pacífico durante a Segunda Guerra; e Larson estava morando em Arkansas. A partir de então, desvendar esta história se tornou obsessão de Bruce, pai de James. Ele passou a pesquisar na Internet, consultar registos militares e entrevistar homens que serviram a bordo do "Natoma Baía".




Seu filho disse que tinha sido "abatido" em Iwo Jima. James também havia assinado um de seus desenhos da infância com a inscrição "James 3." Bruce logo descobriu que o único piloto da esquadra morto em Iwo Jima foi James M. Huston Jr e que sua aeronave tinha recebido uma rajada de balas no motor. Tais informações foram confirmadas por outro piloto, Ralph Clarbour, que fazia a retaguarda naquela operação de guerra e que pilotava ao lado de James M. Huston Jr. durante uma incursão perto de Iwo Jima, em 3 de março de 1945. Clarbour disse que o viu o avião do companheiro ser atingido por fogo antiaéreo. "Eu diria que ele foi atingido na cabeça, bem no meio do motor", disse ele.

Com tantas evidências, os pais passaram a acreditar que seu filho teve uma vida passada em que ele era James M. Huston Jr. "Ele voltou porque deve terminar alguma coisa, a qual desconhecemos." Mas Paul Kurtz, Professor da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, que dirige uma organização que investiga alegações paranormais, diz que os pais se "auto-enganaram". "Eles são fascinados pelo misterioso e eles construíram um conto de fadas", defende. Com o passar dos anos, as lembranças de James começam a desvanecer-se, mas sua paixão por aviões persiste."Ele parece ter experimentado alguma coisa que eu não acho que seja única, mas a forma como lhe foi revelado é bastante surpreendente", observa Bruce.

Apesar dos céticos, este tem sido considerado o caso mais documentado de reencarnação já estudado e a história é tão atraente que virou livro: "A Volta" (Editora BestSeller, 320 págs, R$.19,90) , escrito a seis mãos pelos pais Bruce Leininger e Andrea Scoggin Leininger e pelo romancista Ken Gross.

Para saber mais, visite o blog do livro, que será lançado em agosto. E baixe aqui o primeiro capítulo de "A Volta".

Fadas existem?? caso Frances Griffiths e Elsie Wright


Frances Griffiths, uma garotinha inglesa de dez anos de idade, vivia se perdendo em brincadeiras nos fundos de sua casa. O ano era 1917, e para explicar-se para sua mãe, Frances contou que estava brincando com fadas. Logo sua família começou a caçoar da crença infantil da garota, e foi então que sua prima mais velha, Elsie Wright, resolveu provar a história de Frances. Elsie tinha então dezesseis anos, pegou uma câmera fotográfica emprestada e uma hora depois de se aventurar no vale de Cottingley as primas voltaram para casa com inacreditáveis fotos de fadas




Alguns anos depois a senhora Wright, mãe de Elsie, envolveu-se com a Sociedade Teosófica, que dava credibilidade a fotos de espíritos e afins. Ao assistir uma palestra em que fadas foram discutidas, ela lembrou-se das fotos e as entregou ao palestrante que tratou de passá-las a Edward Gardner. Ele as tomou a sério, e pediu a ajuda de diversos especialistas, entre eles ninguém menos que Sir Arthur Conan Doyle, criador do célebre detetive fictício Sherlock Holmes e notável figura no espiritualismo da época.




Doyle se impressionou muito com as fotos e, mesmo sem ser um perito fotográfico, declarou-as autênticas. Muitos atribuem o grande sucesso das fotos à credibilidade apaixonada que Doyle lhes emprestou, falando sobre como elas provavam que existia um outro mundo espiritual.



Os defensores da autenticidade das imagens concediam que elas poderiam ter sido forjadas, mas deveria ter sido muito complicado e as garotas eram apenas… crianças. Enquanto isto, céticos notavam diversas discrepâncias e detalhes suspeitos, como o detalhe de que Elsie já havia trabalhado em um estúdio fotográfico durante a guerra e talvez pudesse ter forjado as imagens apesar da pouca idade.

Mas provas definitivas da fraude só surgiriam mais de meio século depois. Em 1982, o perito fotográfico Geoffrey Crawley analisou o que se acreditavam ser as placas originais das fotografias. Sua conclusão foi simples e irrefutável: a câmera tipo “Midg” com que a primeira e mais famosa imagem, vista acima, teria sido tomada é incapaz de produzir uma fotografia tão nítida. A imagem que todos discutiram por décadas havia sido claramente retocada, e analisando a placa que se dizia ser a original, Crawley pôde indicar mesmo sinais claro de retoque, como a elipse que pode ser vista ao redor do rosto de Frances:
 


Na polêmica das críticas de Crawley, em março de 1983 as primas, aqora já idosas, finalmente “confessaram que as fadas nas fotografias eram na verdade desenhos que Elsie tinha feito, recortado e prendido com alfinetes“. Era de início apenas uma travessura a pregar nos adultos que estavam caçoando das histórias sobre fadas inventadas pela pequena Frances, mas a dimensão que a brincadeira tomou, com o envolvimento de figuras como Doyle, fez com que as garotas não tivessem escolha a não ser “permanecer caladas“.



Apesar da confissão, Frances insistiu que há mesmo fadas de verdade em Cottingley. Ou melhor, havia, “agora não há mais“. Em 1997 o evento foi transformado em um filme de ficção, “Contos de Fadas: Uma história verdadeira“, e em 2004 a fabricante de telefones celulares finlandesa Nokia contratou o fotógrafo inglês Rankin para criar imagens com o aparelho 7610 em homenagem ao evento. Comfadas de papel, claro:



Hoje, tanto Elsie quanto Frances já faleceram, mas suas fadas de papel permanecerão eternamente como a extraordinária história real de como duas garotinhas puderam enganar o criador do mais famoso detetive do mundo, demonstrando o enorme poder da fé.






Unicornio Real???




Esta fotografia demonstra que nem todos os mitos têm de ser imaginários. Um unicórnio foi descoberto na Toscana em Itália, e o mais curioso é que o seu irmão gémeo tem 2 corninhos como todos os outros. Este veado nasceu em cativeiro após a sua mãe ter sofrido um acidente.

Filhote de Dragão????

A estranha criatura recentemente localizada (25/01/04) e fotografada no interior de um vasilhame de vidro com 70 cm de altura, por David Hart, em uma garagem em Oxfordshire, no sul da Inglaterra, teria sido falsificada por cientistas alemães para deixar cientistas britânicos em situação delicada na década de 1890. Nesse período, havia intensa rivalidade entre os dois grupos.



Próximo ao pote de vidro, havia um documento escrito em alemão antigo, identificando o animal em conserva como se fosse um "filhote de dragão".


Outro papel da mesma época, porém, continha a informação de que o Museu de História Natural Britânico rejeitou aquela doação por se tratar de uma falsificação e a encaminhou para que fosse destruída.



Ao que tudo indica, o avô de David Harter, Frederick Hart, que trabalhava como porteiro no museu, preferiu conservar a escultura para si.


Próximo ao pote de vidro, havia um documento escrito em alemão antigo, identificando o animal em conserva como se fosse um "filhote de dragão".


Outro papel da mesma época, porém, continha a informação de que o Museu de História Natural Britânico rejeitou aquela doação por se tratar de uma falsificação e a encaminhou para que fosse destruída.



Ao que tudo indica, o avô de David Harter, Frederick Hart, que trabalhava como porteiro no museu, preferiu conservar a escultura para si.


domingo, 10 de janeiro de 2010

Cobra de Duas cabeças

Uma cobra Macroprotodon Cucullatus de duas cabeças pregou o maior susto em funcionários de um hotel, localizado na ilha mediterrânea de Palma de Mallorca, na quinta-feira (17/10/02). Essa espécie de cobra alcança no máximo 60 a 70 cm de comprimento e dizem que sua mordida não é letal para seres humanos. Mas você se arriscaria a segurá-la na palma da mão?



Suposta abdução

Por volta das oito da noite, um objeto voador não-identificado de cerca de 50 metros de circunferência, pairou silenciosamente a cerca de 100 m de altura, da casa em que um rapaz já dormia nessa cama e o abduziu, sugando-o para cima, de modo que atravessou o forro e o telhado.






Vinte e cinco pessoas teriam presenciado a cena que ocorreu numa fazenda próxima à cidade de Campo Grande, RJ, em novembro de 2002. O rapaz só retornou 48 horas depois. Essa teria sido sua terceira abdução.